Que em cada pranto
um só (en)canto me fizesse,
em nenhum canto
qualquer navalha cortasse,
se tua boca loucura me fosse
no que de beijo
doçura ficasse.
um só (en)canto me fizesse,
em nenhum canto
qualquer navalha cortasse,
se tua boca loucura me fosse
no que de beijo
doçura ficasse.
No que de beijo,
amor,
loucura,
tua boca encerrasse,
em nenhum canto
qualquer navalha cortasse,
trago no peito a ternura
do que, partindo,
não fosse: ficasse!
amor,
loucura,
tua boca encerrasse,
em nenhum canto
qualquer navalha cortasse,
trago no peito a ternura
do que, partindo,
não fosse: ficasse!
Delermando Vieira

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